Maranata!
Tenho visto que nos últimos anos tem crescido o número de surdos e mudos nas ruas. Acredito que seja pelas facilidades que a sociedade trouxe a eles; com a presença de professores que os instruem desde pequenos nas salas AEE (salas de Atendimento Educacional Especializado), a obrigatoriedade de serem incluídos nos serviços públicos e privados e até mesmo a forma que a sociedade os veem.
Mas, como essa deficiência ocorre? A deficiência auditiva pode ser causada por má-formação (causa genética), lesão na orelha ou nas estruturas que compõem o aparelho auditivo. Quando ela é moderada a pessoa não consegue ouvir sons com intensidade menor que 50 decibeis e costuma ser compensada com a ajuda de aparelhos e acompanhamento terapêutico. Em graus mais avançados, como na perda auditiva severa (quando a pessoa não consegue ouvir sons abaixo dos 80 decibeis, em média) e profunda (quando não escuta sons emitidos com intensidade menor que 91 decibeis), aparelhos e órteses ajudam parcialmente. Já quando a perda é acima desses níveis a pessoa é considerada com surdez total.
Quanto mais agudo o grau de deficiência auditiva, maior a dificuldade de aquisição da língua oral e com isso se faz necessário a inclusão desde cedo da linguagem de Libras, além da leitura orofacial. Por isso, o conselheiro que possue esse desbravador deve seguir algumas regras simples...
Base: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/deficiencia-auditiva-inclusao-636393.shtml
Abraços!
Até a próxima.
Tenho visto que nos últimos anos tem crescido o número de surdos e mudos nas ruas. Acredito que seja pelas facilidades que a sociedade trouxe a eles; com a presença de professores que os instruem desde pequenos nas salas AEE (salas de Atendimento Educacional Especializado), a obrigatoriedade de serem incluídos nos serviços públicos e privados e até mesmo a forma que a sociedade os veem.
Mas, como essa deficiência ocorre? A deficiência auditiva pode ser causada por má-formação (causa genética), lesão na orelha ou nas estruturas que compõem o aparelho auditivo. Quando ela é moderada a pessoa não consegue ouvir sons com intensidade menor que 50 decibeis e costuma ser compensada com a ajuda de aparelhos e acompanhamento terapêutico. Em graus mais avançados, como na perda auditiva severa (quando a pessoa não consegue ouvir sons abaixo dos 80 decibeis, em média) e profunda (quando não escuta sons emitidos com intensidade menor que 91 decibeis), aparelhos e órteses ajudam parcialmente. Já quando a perda é acima desses níveis a pessoa é considerada com surdez total.
Quanto mais agudo o grau de deficiência auditiva, maior a dificuldade de aquisição da língua oral e com isso se faz necessário a inclusão desde cedo da linguagem de Libras, além da leitura orofacial. Por isso, o conselheiro que possue esse desbravador deve seguir algumas regras simples...
Base: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/deficiencia-auditiva-inclusao-636393.shtml
Abraços!
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